Atualmente a doença obesidade é um assunto extremamente explorado pelos meios de comunicação levando ao conhecimento de uma boa parcela dos brasileiros. Da mesma forma que os desfechos dessa doença também são observados de perto por cada um de nós, ou seja, vivenciamos a obesidade na “pele” ou convivemos com pessoas que a têm. Segundo a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018, do Ministério da Saúde, aponta que o número de obesos no país aumentou 67% entre 2006 e 2018.

 

Em nenhum outro momento da história do homem se buscou conhecer tanto sobre doenças e ao mesmo tempo saúde e bem-estar, em contrapartida nunca estivemos tão doentes fisicamente e mentalmente.

 

E apesar da maioria das pessoas se considerarem “entendidas” de emagrecimento e saúde, justificada pela avalanche de informações sobre alimentação e nutrição, nunca estivemos tão confusos, perdidos, frustrados e sós. Em geral as informações encontradas nas revistas, blogs, redes sociais, sites da internet,  programas de televisão e mensagens veiculadas em comerciais e propagandas de produtos são pouco qualificadas, com base no senso comum e baixo nível de evidência científica, causando alterações desnecessárias, desequilibradas e pouco sustentáveis na alimentação, sem ter o mínimo de noção sobre os efeitos prejudiciais ao corpo, ao psicológico e a cultura alimentar.

 

Propostas irresistíveis não faltam para aumentarem nossas expectativas pouco realistas, como dieta low carb,  alcalina, dukan, sem glúten e lactose, além dos alimentos que, hoje, temos a obrigação de consumir e há poucos anos atrás não eram conhecidos pela maioria dos brasileiros, como hibisco, amaranto, leite de amêndoa, sal do Himalaia, açúcar de coco, entre outros.

 

Diante de tanta desinformação e imposições alimentares. Está na hora de nos acalmarmos e gentilmente refletirmos sobre o que estamos fazendo com a nossa saúde, inclusive com a mental.

 

Que tal mergulharmos para dento de nós e começarmos a construir um comportamento menos restritivo, com menos julgamento e culpa, sem tanta exigência e perfeição.

 

E para ajudá-los nesse mergulho o nutricionista pode ser um parceiro fundamental!

 

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