Sabemos que o Pilates cada vez mais vem sendo indicado por médicos como um meio de PREVENÇÃO. E justamente a questão articular entra como importante ponto de atenção, ainda mais prejudicado por hábitos de pouco movimento e rotinas de escritório ou home office.

Uma das explicações está na possibilidade em se trabalhar de maneira individualizada(principalmente), focando assim na necessidade específica (especificidade) de cada pessoa, logo, a evolução é notória. Sem contar é claro os ganhos sobre aspectos não menos importantes como segurança na execução dos exercícios, melhor entendimento de cada proposta (exercício) e consequentemente ganho na performance, entendimento aumentado sobre consciência corporal e suas possibilidades, maior e melhor controle sobre a respiração, bem como ganhos de flexibilidadeentre outros…

Percebemos que o Pilates reúne características demais favoráveis para este grupo que busca prevenção e ganhos da saúde articular, uma vez que a mobilidade das articulações estimula e favorece a produção do líquido sinovial, responsável entre outros em “lubrificar” essas articulações, preservando por exemplo, cartilagens e possíveis desgastes.

Faço destaque também para reabilitação, este é um momento delicado e “chato”, onde um dos aspectos que mais atrapalham é a questão psicológica. O indivíduo se encontra em um quadro totalmente fora de sua funcionalidade/normalidade, sofre com as dores e consequentes dificuldades para imprimir com naturalidade os seus movimentos (articulares) e isso é bem incômodo para a grande maioria.

Qualquer indivíduo necessita fortalecer a musculatura e movimentar todas as articulações, independentemente de qualquer situação, logo, pensemos então nessas pessoas lesionadas e com a urgente necessidade em se reabilitar e no menor tempo possível “virar o jogo”, facilmente posso assegurar que esta necessidade e importância é maior ainda.

E agora para gravar mesmo como os destaques do porquê o Pilates é tão incrível e o porquê cada vez mais os médicos “abraçam” esta modalidade e as prescrevem junto ao quadro de tratamento e prevenção articular: 

– Individualidade;
– Especificidade;
– Fortalecimento;
– Mobilidade.

É importante frisar que o Pilates se aplica como uma continuidade ao trabalho fisioterápico, em linhas gerais, no primeiro momento o paciente trata com Fisioterapia e em seguida parte para esta (como já citada) indicação médica.

Forte abraço,

Juan Croce